O que você está esperando para amar?

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Eu me pergunto, acredite, eu me pergunto muitas vezes.

Nessas últimas semanas tenho escutado diversas histórias de possíveis amores. Seja de amigas que nunca acham que o timing está certo, ou de situações em que ninguém tomou uma decisão, um foi morar longe, e o outro não soube se expressar e deu nisso; apenas na possibilidade.

No fundo, no fundo é o medo que paraliza.

Medo de estragar a amizade.

Medo de não dar certo.

Medo de se machucar.

Medo de dar muito certo.

Medo de se abrir demais.

Medo de ser rejeitado.

Medo de ser vulnerável.

É o medo que faz com que alguém no último segundo, no último mês,  diga pra outra pessoa como realmente se sente, fazendo com que a possibilidade de ter tido um relacionamento por um ano inteiro vá direto para o ralo!

Entendo todos esses medos, e também convivo com eles, talvez seja por isso que tenha 26 anos e nunca tenha tido nenhum relacionamento amoroso. E sinceramente não sei o que tanto espero para começar à amar…

Ao ouvir o discurso de uma pessoa que ama muito alguém, mas tem medo de abrir esse amor para o outro, me peguei pensando, mas Por quê não?

Por que não ser sincero com o outro e dizer: “Acho que você é o grande amor da minha vida, talvez eu esteja errada, mas queria tentar aprender à amar com você!”

Por que temos tanto medo dessa rejeição e tantos medos de dizer sim?

Por que tanto medo de dar o primeiro passo?

Não sei, sinceramente não sei, alguém se habilita a responder?

Beijos de paz,

 

Ps: Eu te amo… hahahaha brinks, na verdade queria dizer que escrevi este texto há 6 meses, mas ele ficou aqui no rascunho, acho um momento curioso como ele volta à tona agora 🙂

 

Eu? Quem?

As palavras foram ditas: Escreva sua própria descrição, e depois leia em voz alta.

Assim meio de repente as palavras começaram a sair no papel e, sem pensar muito, aconteceu…

Essa sou eu no processo:

   “Estou me tornando uma jovem mulher, em desconstrução e reforma.

 Reforma de valores, princípios e espiritualidade.

Buscando entender que menos é mais; e sorrir com a criança, conversar com a adolescente, e abraçar a idosa.

Todas as que moram dentro de mim”

 

Às vezes me percebo mulher, muitas vezes ainda menina,

às vezes me sinto artista e vejo o mundo todo em cores coloridas;

Às vezes quero ser cantora e desafino músicas arranhadas de sentido.

Muitas vezes quero ser escritora, mas as palavras parecem que ficam num abismo entre minha cabeça e as mãos, fico pensando se elas se perderam no coração…

 

E você, quem está a ser?

 

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Eu, tentando ser artista, no festival de flores de Holambra em Setembro.